"Abre Aspas"

RELIGIÃO (PARA PENSAR).
Abro Aspas para o material da Life New. Uma ONG da USA chamada Planned Paranthood que está literalmente ensandecida com Trump por ele ter criado a Divisão de Liberdade de Consciência e Religião, dentro do Ministério da Saúde, que na prática revoga a lei anterior assinada por Barack Obama e agora permite dos médicos possam se recusar a praticar ou ajudar em procedimentos de aborto.
Para os ativistas pró-aborto, médico não pode defender convicções morais e muito menos religiosas. E já está em plena campanha com o título de “Discriminação, pura e simples. Lute agora”. O grupo é responsável pelo maior lobby pró-aborto do mundo, possuem influência junto à ONU e são os maiores incentivadores a regulamentação da prática na América Latina.
POLÍTICA ( PARA PENSAR).
Vejo um “tantão” de pessoas que olham tudo que é encaminhado para as camadas sociais mais carentes com desconfiança e de uma indignação de rottweiler. Estranho que acham correto juízes e outros detentores de cargo público possuírem o benefício do auxílio-moradia. O dinheiro também sai dos cofres públicos. De certo é que a fato é uma verdade absoluta, tanto como o artigo 6° da Constituição Federal afirma que a moradia é um direito social de todos os brasileiros.
Um amigo que era bem pobre, mas com o suor do seu trabalho deu certo na vida. Se formou, tem casa, carro, trabalho estável, filha quase formada, é religioso e tudo o mais. Ele é contra beneficio seja qual for. Na opinião dele se ele que saiu da grota conseguiu, os outros tem também que batalhar corretamente para ter um lugar ao sol. É uma opinião, como aliás é a minha que acredita que mesmo eu, trabalhando duro, sendo cristão, mas não possuo absolutamente nada, defendo que tem pessoas onde o Estado deve zelar com maior atenção. Qual a sua história?
ESPORTE.
E para não dizer que o Abre Aspas também não é cultura futebolística, – No futebol duas por três os caras falam: é muito mi...mi...mi... Tratam como se fosse falar muito, ser choroso. Mas na verdade o tal do “mi” é “me” na escrita em inglês, que significa “mim” e se aporta em dizer da pessoa ser muito “Mim...Mim...Mim...”, loucura, né?










































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