Gente que sofre
Em pleno 2018, famílias não possuem direito em ter rede de água por
morarem irregularmente
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O crescimento populacional das cidades, provocam, não é de hoje, verdadeiro desafio aos poderes municipais buscarem soluções para as comunidades serem atendidas e receberem apoio para que suas necessidades básicas sejam contempladas.
O caso se complica para as pessoas de baixa renda quando estas necessidades se chocam com as recorrentes políticas habitacionais do Estado brasileiro que estão longe de dar fim ao déficit habitacional hoje existente. Mesmo ocorrendo iniciativas como Minha Casa Minha Vida, ainda fica longe em ser o suficiente.
Na localidade próxima, do que resta da construção de uma pequena igreja e o imóvel onde existia a escola Mário Olivé Suñe e, as ruínas do local onde funcionava as charqueadas em São Domingos, na cidade de Bagé, habitam 12 famílias que reivindicam que suas torneiras saiam água potável distribuída pelo Departamento de Água e Esgoto de Bagé (DAEB).
Um morador, que preferiu não se identificar, garante que não falta tentativas, mas que são sempre tratadas de forma enfática da impossibilidade em razão de irregularidades existentes. “O que resta para nós, é ser abastecidos pelo o caminhão pipa”, enfatiza com tristeza, acreditando que uma coisa é a situação deles habitacional, a outra é o direito das pessoas terem direito água, mas que pelo jeito a justiça não pensa assim.
Seja como for,a verdade das demandas, muitas vezes, não são de fáceis solução, já que as leis que regem o país punem os mais necessitados ao invés de protegê-los.Como neste caso, onde deveria primar nas pessoas terem acesso a água e energia elétrica, já que se trata de concessão pública.
Resposta do Daeb
O Daeb, através de sua assessoria de comunicação informou que por questões legais, a autarquia fica proibida em realizar obras naquela localidade, mas não deixar as famílias desabastecidas indo duas vezes por semana com o caminhão pipa.