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Pelotas: Libras é tema de encerramento da capacitação de servidores

Durante cinco encontros, realizados pela manhã às quartas-feiras, turma de servidores municipais recebeu orientação e conteúdo referente ao atendimento adequado para pessoas com deficiência (PCDs). O curso certificou 20 horas de formação e encerrou-se nesta quarta (15), com os temas "Surdez e suas especificidades de atendimento” e “Atuação dos tradutores-intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras)”.

A aula de encerramento da programação realizou-se no Casarão 8 (Museu do Doce) da praça Coronel Pedro Osório, sob responsabilidade das professoras Nádia dos Santos Gonçalves Porto e Crisiane de Freitas Soares – ambas do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da Universidade Federal.

As professoras e tradutoras-intérpretes da Língua Brasileira de Sinais discorreram sobre a estrutura do Núcleo e enfatizaram que aluno surdo é aquele que utiliza a Libras como meio de comunicação e expressão, sendo acompanhado pelo tradutor-intérprete durante as aulas, reuniões e demais ambientes na instituição de ensino.

As profissionais destacaram que o Município é caminho para a experiência dos intérpretes formados, e que os que atuam na Universidade Federal de Pelotas (UFPel) - nove efetivos e mais dois contratados - passaram pela Rede Municipal, em escolas da zona rural ou da área urbana.

Situação da Libras

A Libras não é oficial no Brasil – é apenas reconhecida como língua da comunidade surda. A profissão tradutor-intérprete de Libras (Tils) foi regulamentada por decreto em 2005, e diz respeito àqueles que atuam na acessibilidade linguística do sujeito surdo, em diversos contextos sociais a níveis educacionais. O decreto obriga espaços educacionais, nos quais ingressam alunos surdos, a terem Tils. A profissão foi oficializada somente em 2010.

O curso

O curso de capacitação de servidores para atendimento de PCDs realizou-se por parceria entre as secretarias de Governo (SMG) e de Assistência Social (SAS), UFPel e Conselho Municipal de Pessoas com Deficiências e Altas Habilidades.

Nos encontros, que se iniciaram no dia 18 de julho, foram abordados temas relativos à deficiência visual, tecnologia assistiva, recursos de acessibilidade, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Altas Habilidades e Superdotação, deficiência intelectual e física, surdez, entre outros.

Crédito: Janine Tomberg


 
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