O alerta do Janeiro Branco sobre cuidados com saúde mental e emocional, tem sido pouco divulgado na
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Imagem captada na web
Sem todo o glamur das campanhas do outrubro rosa ou novembro azul, mas nem por isso menos importante o janeiro Branco engloba as campanhas realizadas para conscientizar a população sobre prevenção na saúde do homem e da mulher. Em janeiro, desde 2014, o Brasil reflete sobre o cuidado com a saúde mental e emocional. O chamado Janeiro Branco nas cidades da região tem tido até o momento tímida divulgação por parte dos órgãos públicos até agora. A Prefeitura de Bagé divulgou no decorrer da tarde de quinta-feira (10), duas atividades alusivas que devem ser realizadas pela Secretaria de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, a primeira atividade acontece no dia 22, no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps I), onde ocorrerá uma roda de conversa com familiares, intermediada pela terapeuta ocupacional Ana Paula Matoso e a psicóloga, Dilce Helena dos Santos. Já no dia 25, o Centro de Atenção Psicossocial Saúde Mental e Infantojuvenil realizam o trabalho de musicalização, um projeto desenvolvido pelo professor Émerson Jardim, com o objetivo de promover a interação dos pacientes dos Caps junto à população, através da terapia que a música proporciona a todos. A atividade acontece na praça Silveira Martins (Coreto). Para o secretário Mário Mena Kalil, o período de mobilização é especial, pois ao se iniciar um novo ano, as pessoas estão predispostas a pensar mais sobre sua vida e suas atitudes. “Precisamos cuidar e pensar a saúde mental, não somente neste mês, mas em todos os nossos dias, pois existe uma preocupação com a falta de cultura dos cuidados psicológicos, que tem causado sérios prejuízos na qualidade de vida da nossa população”, ressalta. Em Bagé, a Secretaria de Saúde oferece tratamento psicológico e psiquiátrico através dos Centros de Atenção Psicossocial com atendimento para saúde mental, infantojuvenil e álcool e outras drogas. Além de manter uma Residência Terapêutica que abriga pessoas com transtornos mentais, sendo elas vindas de internações em hospitais psiquiátricos ou cuja a família não possui condições de abrigá-los. Na casa, o acolhido possui acompanhamento médico através dos Caps, alimentação com acompanhamento nutricional e enfermeiro em tempo integral.