EDITORIAL Souza e Gabiru, mais acontecimento do que resultado positivo
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A uma lei muito simples a ser cumprida e a falta de prudência de alguns se nega a observar: a exigência é no mesmo nível da expectativa criada. Dessa forma, os clubes de futebol brasileiro não importam o tamanho financeiro de caixa, possuem por premissa criar o fato. Troca treinador, faz show pirotécnico na apresentação de estrelas contratadas para o elenco e fazem verdadeiras aventuras futebolísticas para trazer os chamados craques para seus respectivos elencos.
As equipes de Bagé não fogem dessa cultura e duas por três anunciam contratações impactantes, que por motivos estruturais nem sempre acontecem. Já outras tantas se concretizam, como os jogadores Souza, multi campeão, e, Gabiru, heroi colocado na conquista do mundial.
O não vingar das contratações possuem sempre uma significativa porcentagem de ocorrer e são visíveis que são feitas para impactar. Isto porque, o futebol é movido a paixão, a sentimento e transpiração. E é exatamente na transpiração que estes verdadeiros chamamentos não correspondem ,isto porque, eles não são mais atletas e sim jogadores.
E quem se liga no esporte sabe que é no ser atleta ou jogador que formata se é aventura ou vai ter resultado.
Como Gabiru e Souza, parecem estar dando adeus ao esforço e ao investimento de toda uma coletividade de torcedores que acreditou. A saída, é sem pompa, e, no lugar do coração cheio de orgulho pelo seu clube fica a frustração do torcedor.
Foto: Imagens captada na web