RECONHECIMENTO | Câmara de Vereadores de Bagé homenageia Edgar Muza, nesta quinta-feira
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Acontece nesta quinta-feira (13), as 19h, no plenário Ligia Almeida, na Câmara de Vereadores de Bagé, a sessão solene que vai homenagear o radialista, Edgar Abip Muza, pela passagem dos seus 60 anos de rádio. A proposição é do vereador Geraldo Saliba – O Loco Véio (PTB).
Perfil do Muza
Radialista e publicitário, Edgar Abip Muza, 77 anos, é casado com Noêmy Machado Muza há 51 anos, tem uma filha, Jaqueline, e duas netas, Carolina e Mariana. Neto de libaneses, é apaixonado por samba, carnaval e futebol. É defensor ferrenho da Saúde no município de Bagé e região. Uma de suas grandes lutas na área foi a implantação do serviço de oncologia em Bagé.
A carreira de radialista teve início aos 16 anos o que possibilitou a abertura de várias portas e o levou a diversas partes do mundo transmitindo futebol e turfe. Foi através do rádio, que se apaixonou pelo carnaval. Em 1967, fez o primeiro festejo no Povo Novo, hoje bairro Getúlio Vargas, local em que nasceu e vive até hoje.
E com todo o trabalho e dedicação a tudo que faz, conquistou muitos amigos e honrarias. Já foi presidente do Jockey Club de Bagé, fundador e presidente da Associação Bajeense de Entidades Carnavalescas (Abec), secretário e membro do Conselho Fiscal da Santa Casa e do Conselho de Saúde do Hospital Universitário - cargos que atuou de forma voluntária, já que trabalha diretamente em prol da comunidade.
Em 2009, recebeu o título de Comendador pela Câmara Municipal de Vereadores. Avesso a holofotes, Muza prefere fazer trabalho voluntário de forma silenciosa. Na Radio Cultura sempre que procurado realiza campanhas e, através de amigos, acaba conseguindo auxílio para os necessitados.
A política também tem grande espaço em sua vida. Atualmente, é colunista político do Jornal Folha do Sul. Já escreveu para os extintos Classisul e Correio do Sul.
Seu mais novo projeto é colocar todas suas peripécias e memórias em papel. Há cerca de dois anos iniciou a escrever suas histórias, mas devido a suas várias atividades não consegue finalizar.
O chinelo e o palheiro são suas marcas registradas, mas como todo o bom gaúcho nunca se exime de uma peleia.
Foto: Divulgação